Sobre Empresas
Os dois espaços, um só lugar
Numa empresa, sala e comunidade param de ser duas opções e passam a ser duas metades do mesmo espaço: o mapa guarda a presença, os canais guardam o combinado — e a conversa atravessa os dois.
O que a empresa ganha
Ninguém precisa montar nada: no momento em que a empresa existe, o escritório e a comunidade dela já existem — e já estão ligados.
A metade com planta
Onde as pessoas ficam e se cruzam.
Um mapa próprio da empresa, criado junto com ela: escritórios de vidro, salas de reunião, área livre e as mesas do time. A voz é por proximidade — dá para sentar na sua mesa, entrar numa salinha e fechar a porta, ou só cruzar com alguém no corredor.
A metade com canais
Onde as coisas ficam combinadas por escrito.
Canais de texto e de voz da empresa, com cargos, tópicos, anexos e histórico. É onde ficam avisos, decisões e a conversa que precisa sobreviver ao fim do dia — enquanto o escritório guarda a presença.
A página Minha empresa é o atalho: uma linha por empresa, os dois lugares como botões grandes e o seu papel ali dentro. Ela só aparece para quem é de alguma empresa — administrar continua no painel.
Abrir minha empresa →Como as pessoas entram
Quem tem o domínio da empresa entra vinculado. Quem não tem — terceirizado, cliente, convidado — entra por convite ou pedindo acesso.
Cadastre o domínio do e-mail da empresa e quem confirma um endereço daquele domínio já entra vinculado, no lugar certo — inclusive quem tinha conta antes de o domínio ser cadastrado.
Entrada com a conta do Google Workspace ou do Microsoft 365 (Entra ID) — a mesma que a pessoa já usa no trabalho, sem senha nova. O vínculo a um cadastro que já existe só acontece quando o provedor confirma que o endereço é verificado.
Dá para restringir a entrada ao tenant da sua organização e à lista de domínios de e-mail que você aceita. Quem está fora não passa da tela de entrar.
Quem não tem o domínio (terceirizado, convidado, freelancer) acha a empresa na busca e pede acesso — quem gerencia aprova.
Para quem vem de fora, o convite vale uma vez e expira. Link que circula em grupo é porta destrancada.
Organize as pessoas em equipes dentro da empresa — a divisão que o dia a dia já usa, refletida em quem senta onde.
Quem gerencia uma empresa não precisa administrar a instância inteira: o poder é daquela empresa, e para ela.
O escritório
Escolhida na criação, com mesas que têm nome — e que podem ser redesenhadas quando o time muda de tamanho.
O escritório não nasce numa grade de planilha: você escolhe entre modelos de mapa — o padrão traz escritórios de vidro em corredor — ou uma grade simples de mesas, se for isso que você quer.
A mesma escolha das salas comuns, aqui aplicada ao escritório da empresa. É a vista que muda; as pessoas, a voz e os painéis são os mesmos.
Cada pessoa pode reservar uma mesa: o nome dela fica no rótulo da zona, um selo marca o lugar e ela nasce ali ao entrar.
Mudou o time? A planta se edita no lugar — pelo editor 2D, mobiliando em 3D ou pintando as peças. O desenho é seu depois de escolhido; ninguém troca a sala inteira embaixo de quem já reservou uma mesa.
O escritório da empresa é um espaço por convite: ele não aparece no catálogo público, e visita entra por link.
A página da empresa põe os dois lugares como botões grandes, com o seu papel ali dentro. Numa conta com dezenas de espaços, achar o próprio escritório em lista virava garimpo.
Reservar põe seu nome na zona e faz você nascer ali. Quem passa deixa um recado fincado, que fica para você achar depois.
"Me leve até a Ana", "reserva a Salinha 3", "avisa que volto às 15h" — ele acha a pessoa mesmo em outra sala do escritório e executa vários pedidos de uma vez.
A junção
Esta é a parte que nenhuma das outras duas páginas tem: as metades se enxergam, e é isso que faz o escritório remoto parecer um escritório.
Na coluna da comunidade aparece o escritório: quem está em cada sala, quantas mesas estão ocupadas, o que está vazio. Salas vazias aparecem de propósito — "a reunião acabou?" é a informação.
Da lista do escritório dá para puxar uma pessoa para a sua sala, sem sair dos canais e sem procurar em qual cômodo ela está.
Quem está no mapa vê os canais de texto da empresa numa aba, e as conversas privadas continuam as mesmas em qualquer um dos dois lugares — trocar de sala não recomeça a conversa.
Essa passagem é para quem é membro da empresa (ou administra o espaço), não para quem está de visita no mapa: a sala é por convite, e visita não fica sabendo quem está em cada cômodo.
Dá para ficar com o mapa e os canais lado a lado: quem entra num canal de voz aparece no mapa como "em call externa", e a lista de pessoas mostra quem está no escritório, quem está nos canais e quem não está.
Para quem administra
Empresas, domínios, equipes, membros, números e o registro do que aconteceu — separado da tela que todo mundo usa para clicar num botão.
Uma aba do painel para criar a empresa e o espaço dela, cadastrar domínios, montar equipes e gerenciar membros. Quem gerencia uma empresa vê só a dela.
Ocupação, contas, conexões e uso somados por período, em tabelas já prontas — não em consulta na mão sobre o log bruto.
Entradas, remoções, mudanças de permissão e ações de moderação ficam registradas em linhas que só são acrescentadas.
Manutenção marcada ou recurso novo viram banner no lobby e dentro dos espaços — e somem quando a pessoa fecha.
Quando um custo é dividido entre pessoas, o painel calcula a parte de cada uma já com a tarifa embutida e cobra por Pix.
Reuniões podem virar ata com autor e minuto de cada fala. É opcional por sala, e desligar apaga o que foi guardado.
A biblioteca de áudios é moderada por quem administra: o que a empresa não quer ouvindo por aí não fica disponível.
Quem administra escolhe o modelo e acompanha o consumo de tokens. Sem chave configurada, o assistente simplesmente não existe naquela instância.
Antes de adotar
As respostas não dependem de contrato: são decisões que já estão no jeito como o produto funciona.
Entradas, remoções, mudanças de permissão e ações de moderação ficam num registro que só recebe linhas novas — nada é reescrito depois.
Gravar é operação do navegador de quem gravou: o arquivo não sobe para servidor nenhum, e a sala é avisada quando começa.
Token de acesso só em memória; a renovação num cookie que o JavaScript da página não lê. Sessão desliza por meses, por aparelho, sem deixar credencial legível em disco.
Cada poder é uma permissão nomeada. A tela esconder o botão nunca é a trava — a decisão é sempre do lado de lá.
A instância pode desligar a senha por completo: entra-se só pelo provedor da organização, e as rotas de entrar, cadastrar e recuperar senha passam a recusar. O convite de visita continua valendo — são portas diferentes.
Perguntas frequentes
A criação é feita por quem administra a instância, no painel — junto com ela nascem o escritório e a comunidade. Se você está avaliando adotar, o caminho é falar com quem administra a instância.
Não. O escritório e a comunidade da empresa são espaços por convite: não ficam listados para estranhos, e quem entra é membro ou foi convidado.
Sim, por convite de uso único ou pedindo acesso pela busca de empresas — quem gerencia aprova. É o caminho de terceirizado, cliente e convidado.
Cada mesa é uma zona do mapa, e a planta tem um limite prático de zonas — a tela de criação só oferece o que o gerador realmente desenha, em vez de aceitar um número e entregar outro. Para escritórios muito grandes, o caminho é mais de um espaço.
Sim, e excluir só é possível depois de desativar. Empresa desativada para de vincular gente por domínio e fecha a porta dos espaços dela — sem apagar nada por acidente.
Dá: quem administra a instância liga o SSO obrigatório e a entrada por e-mail e senha é desligada — entrar, cadastrar e recuperar senha passam a recusar, e a tela de entrar mostra só os botões do provedor. O convidado por link de convite continua existindo, porque é outra porta; quem quiser fechar essa também tem uma chave separada. A configuração é da instância inteira, não de uma empresa dentro dela.
Não. A entrada é por OpenID Connect com Google e Microsoft (Entra ID) — e o catálogo aceita outros provedores OIDC, como Keycloak e Okta, configurados por quem administra. Não há SAML, não há SCIM (desligar alguém no seu diretório não desativa a conta aqui) e não há um provedor de identidade por empresa: a configuração vale para a instância toda.
Não existe cobrança por assento nem plano pago: a Salinha Online é gratuita para usar, e o que sustenta a instância são doações.
Crie sua conta com o e-mail de trabalho: se o domínio da empresa já estiver cadastrado, você cai direto no escritório dela.
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