Sobre Comunidades
Espaço de canais
A comunidade é o formato de servidor: canais de texto e de voz à esquerda, a conversa no meio. Entrou num canal de voz, está falando com todo mundo que está nele — sem distância, sem posicionar avatar. Boa para grupo grande, comunidade aberta e papo que não precisa de escritório.
A conversa
A diferença em relação à sala não é visual, é de gesto: lá você anda até alguém, aqui você escolhe um canal na lista.
Nenhum passo intermediário: não há trajeto, não há distância, não há "chegar perto". Você clica no canal e ele é o seu lugar — e quem entra depois vê que você está lá.
Um canal por assunto, com histórico guardado. Quem chega depois lê o que já foi dito — e a busca acha aquela mensagem de três semanas atrás.
Entrou no canal, está falando com todo mundo que está nele — sem distância, sem se posicionar. Quem está no "papo" não ouve quem está na "reunião", e trocar de canal é um clique.
Um assunto que rendeu vira tópico próprio, e o canal principal não fica soterrado por uma conversa só.
Chame alguém no reservado sem sair do lugar: a conversa fica na mesma tela, ao lado dos canais.
Mande imagem e arquivo, reaja, responda, edite, apague, fixe e mencione. Links viram clicáveis e o não lido é contado no servidor — não "por aba aberta".
/spoiler para esconder, /code para colar código, /resumo para o apanhado do que rolou, /generate para pedir um texto, /thread para abrir tópico. A barra faz a lista aparecer.
Fixe um recado com prazo no topo do canal e arquive o canal que cumpriu o papel dele — sem apagar o que foi dito ali.
O canal de voz também abre câmera e compartilhamento de tela, pelo mesmo servidor de mídia das salas: você envia uma vez, todos recebem.
Uma URL secreta que vira mensagem no canal: qualquer sistema que saiba fazer um POST publica ali, assinado com o nome que você escolher.
Quem pode o quê
Antes, o poder era um sim-ou-não. Agora existe o degrau do meio — e ele é o que permite delegar sem entregar a comunidade.
Entre "é membro" e "manda em tudo" existe um degrau: cargos com nome, cor e permissões nomeadas. A hierarquia é explícita — do mais alto ao mais baixo — porque é ela que decide quem mexe em quem.
Cada canal tem duas listas separadas: quem VÊ e quem ESCREVE. É o que expressa "todos leem, poucos escrevem" de um canal de avisos — e quem não pode ver não recebe o canal na lista, em vez de ver um cadeado.
Não se mexe em cargo igual ou acima do seu, e não se concede um poder que você não tem. Sem essas duas travas, quem pode criar cargo viraria dono em dois cliques.
O vínculo é com a conta, não com a participação: sair da comunidade e voltar não apaga os cargos que você tinha.
Manter a paz
A moderação era só expulsar para sempre. Agora tem automod que avisa, silêncio com prazo e uma fila para o que precisa de olho humano.
Quatro regras: enxurrada de mensagens, link de quem acabou de chegar, lista de palavras e a mesma mensagem repetida em vários canais. Tudo nasce DESLIGADO e tem interruptor próprio — mais o mestre, que desliga todas sem apagar a configuração.
Uma lista de cargos que o automod não pega. Sem isso, a primeira vítima da regra de link é o moderador colando documentação — e a comunidade desliga tudo.
O silêncio tem prazo guardado no banco, não um cronômetro na memória: reiniciar o servidor não devolve a voz a ninguém. O registro fica depois de expirar, porque a quarta vez é uma decisão diferente da primeira.
Quem vê algo fora de lugar denuncia, e a mensagem é COPIADA para a fila: a denúncia sobrevive ao autor apagar o que escreveu. Quem modera resolve numa tela só.
Um canal pode exigir intervalo entre mensagens ou ficar fechado para escrita — útil quando a comunidade cresce mais rápido do que a moderação.
Remover tira a pessoa da conversa na hora; banir impede a volta. Toda ação de moderação fica no registro de auditoria, com quem fez e quando.
Quem chega
Regras que a pessoa lê e aceita, um cumprimento que acontece uma vez, e as três formas de controlar a entrada.
O texto combinado pela comunidade fica visível para qualquer um, e pode exigir aceite antes da primeira mensagem. LER nunca é barrado — pedir aceite escondendo a conversa seria pedir concordância no escuro.
A versão aceita é derivada do próprio texto. Corrigir uma palavra reabre a pergunta para quem já aceitou; salvar sem mudar nada não incomoda ninguém; e reverter devolve a aceitação antiga — porque é o mesmo acordo.
Quem chega recebe um cumprimento — só ela, uma vez, e sem ir para o histórico. Nada de robô anunciando cada entrada: esse é o barulho que faz as pessoas desligarem a notificação.
Comunidade pública, protegida por senha ou só por convite — o mesmo controle das salas, incluindo convite de uso único que expira.
Painel do dono
Está viva? Está crescendo? Quem sumiu? O painel é desenhado em volta disso — e a última é a única sobre a qual dá para agir.
Quantas pessoas ESCREVERAM no período, e em quais canais. A medida é quem escreveu, não quem entrou: contar entradas contaria a aba aberta num monitor de canto.
Quantas pessoas chegaram no período, para você saber se a divulgação de ontem deu em algo.
Quem escreveu e parou. É a única lista sobre a qual dá para agir — uma comunidade morre por gente que vai embora em silêncio, e essa gente desaparece justamente das médias.
Canal restrito não entra na contagem de quem não o enxerga: um número honesto que entregasse a existência de "#moderação" seria um vazamento.
O histórico é por canal, com busca, não lido contado no servidor e resumo por IA quando o servidor tem a chave — quem passou o dia fora pede /resumo em vez de rolar duzentas mensagens.
Ser encontrada
Etiquetas de catálogo fechado, uma ordem que dá chance a quem acabou de criar, e um filtro que nunca cai em lista vazia.
Até três etiquetas por comunidade, escolhidas de uma lista curta. Etiqueta livre vira trinta grafias de "programação" e para de agrupar.
Uma ordem por "mais novas primeiro", porque um catálogo ordenado só por tamanho nunca deixa uma comunidade nova aparecer.
O filtro só oferece etiquetas que têm comunidade de verdade — clicar num rótulo nunca cai numa lista vazia.
Quem apoiou o projeto no mês aparece em destaque, e o mês é a aba padrão: pódio acumulado nunca muda de ordem e por isso deixa de ser lido.
A biblioteca de áudios vale nos canais de voz também: suba o arquivo, corte o trecho no próprio navegador e use na soundboard — e quem administra decide o que fica disponível para todo mundo. Nos canais de convívio o som é liberado; nos de reunião, não.
Perguntas frequentes
Na sala existe um mapa e você anda até quem quer falar. Na comunidade não há mapa: você escolhe um canal na lista e já está na conversa. As duas têm chat com histórico, voz, vídeo, portas e moderação.
Não. Cada canal de voz tem áudio próprio e isolado: quem está num não ouve o outro. Quem move você entre canais é o servidor, então canal trancado é trancado de verdade — não é só o botão desaparecendo na tela.
Sim. Cada canal tem uma lista de cargos que podem VER e outra dos que podem ESCREVER. Quem não pode ver não recebe o canal na lista — e ele também não aparece nas estatísticas dessa pessoa.
Ele nasce inteiramente desligado, cada regra tem interruptor próprio e há uma lista de cargos isentos. Desligar o mestre para todas as regras sem apagar a configuração de nenhuma.
Para conversar numa comunidade, sim — cargos, aceite de regras e histórico são vínculos da conta. Comunidades públicas podem ser encontradas por qualquer um no catálogo.
Canais, cargos e regras em poucos minutos — e o painel para saber, depois, se ela está viva.
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